Graduado em Letras, Pós graduado em Gramática, Hélio Júnior, é Professor, Radialista, Jornalista e web-designer.
 
Realiza serviços como Âncora em programas de radiodifusão comercial,  revisão de textos e serviços de assessoria de Comunicação Social. 
 
Atualmente presta serviços de assessoria de comunicação para o Governo Federal, e exerce cargo de diretor executivo nacional da Federação Nacional dos Comunicadores -  Fenacom/Brasil.

 

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Uma reflexão para o Dia do Trabalhador

  

Por: Hélio Porto Júnior   (DRT/DF 9280 MTE)

 

Não há data melhor - 1º de maio - para lembrar e reafirmar o dever dos empregadores no respeito a todas as garantias e direitos conquistados após anos de muita luta pelos trabalhadores, de um modo geral.

A Justiça trabalhista por anos, estruturou, em seu interior, uma teia de proteção àquele que o direito considera hipossuficiente numa relação empregatícia.  

É, por esse motivo que, pelo Princípio da Proteção, a legislação, “num contrato de trabalho”, ofereceu por anos, guarida maior de direitos protetivos ao empregado, em detrimento daquele que o emprega, o patrão.

O que temos que comemorar, se os Direitos Sociais, que permitiam garantias ao trabalhador, foram criminalmente aviltados por nosso parlamento brasileiro?

Ressuscitamos à condição dos direitos individuais, e interesse do capital? O direito fundamental de todo cidadão brasileiro fora usurpado por aqueles que deveriam representar o seu “povo trabalhador”, em detrimento dos cofres públicos e da ingerência de anos?

Os Direitos Sociais trabalhistas são pedras no sapato do Estado Brasileiro, porém, deveriam ser buscados sempre nos estritos limites da boa-fé, pois, só assim atingiremos a ordem e o progresso estampado na bandeira nacional.

Agora vamos comemorar,  afinal  estamos num ano de copa e  também politico, a esta altura,  os politicos plantonistas já mandaram mensagens no whatzaap, no facebook, no twiter no linked-in e já estão no almoço de confraternização, com o seu “povo trabalhador”.