Ocorre que a apuração do fato corre sob segredo de justiça e pouco se sabe a respeito e ou tenha sido informado pelo MP e Policia Civil. Segundo o vereador enquanto não houver informações concretas nada se pode fazer a nível institucional salvo a discussão administrativa com o objetivo de instalação dos elevadores exigidos pela lei da acessibilidade. “Uma coisa é transparência, outra é exposição”.

Essa instrumentalização além de necessária tem sido percebida ao longo de outros episódios.  No entanto e na contramão de promover uma suposta “transparência”, a mídia televisiva do Distrito Federal neste caso representada pela TV Record   cede à tentação de realizar interesses de outros personagens dessa mesma arena, e que apresenta objetivos “dirigidos e concretos”. “Meu grifo”

A sociedade cobra, exige, por intermédio da mídia. Por outro lado a mídia presta e continua prestando relevante papel à sociedade, trazendo para o âmbito da luz o que supostamente no passado ficou sob o abrigo da sombra. Mas isso pode também ofuscar”. “O grande poder de influência que esse meio exerce na sociedade é de tal modo virulento, forte e profundo, que é capaz de definir os desígnios de uma sociedade.

A Justiça é um instrumento de grande valor da liberdade. Na massificação, porém, transforma-se em instrumento de opressão É obvio que há neste conceito uma grande dificuldade para se sustentar argumentos técnicos em ambientes leigos, como as redes sociais.

 No entanto como cidadãos devemos estar antenados para o fato sem paixões políticas buscando uma compreensão legal e documentada, e opinar sem direcionamentos interesseiros e inconsistentes.

Segundo o corregedor da casa vereador Ferreira o fato de não se ter conhecimentos acerca das investigações que correm sob segredo, obriga a câmara a fazer a apuração inicial no contexto administrativo político e depois ético disciplinar. 

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Politica - Valparaiso de Goiás (publicado em 16 de março de 2017)

 

 

Presidente da CMVG chama a sociedade para uma visão mais crítica em relação ao momento atual que a instituição vivencia

Por Hélio Porto Jr DRT/DF 9280 MTE  / Imagens: Fernando Taveira 

Em entrevista concedida ao Programa Momento do Povo da rádio Supra fm – sob a minha responsabilidade e comando e realizada no último dia 13 de março – coube ao presidente da Câmara legislativa do município de Valparaíso de Goiás pontuar sobre o desconforto da casa de Leis como instituição com a superexposição midiática e as discussões internas visando trazer a corporação para uma visão mais crítica em relação ao momento atual.

Durante a entrevista de quase 50 minutos o Presidente Alceu considerou que, na era da informação, o princípio da presunção da inocência foi substituído pelo princípio da cognitividade: “O sujeito que aparece nas manchetes de jornais está condenado. Muitas vezes pela voz da imprensa ou do próprio povo, pela antecipação de um juízo de valor e que devemos repudiar”.

É claro que se trata de um assunto polêmico porque envolve conceitos de valores políticos no bojo das discussões. Ocorre que a casa de Leis, assim como o judiciário está submetida as regras e aos prazos e principalmente a consistência dos fatos.

Desde a deflagração da Operação “Venda Casada” que busca “apurar os indícios” da prática de crimes de corrupção e que culminou na prisão temporária do Vereador Elvis a instituição legislativa  sofre  a pressão da TV Record Brasília que não consegue compreender os prazos legais dos procedimentos da Policia Civil e do Ministério Público de Goiás.