Como não poderia deixar de ser, a gestão tucana tem total responsabilidade sobre a queda, que foi de apenas uma posição, mas preocupa porque atesta a falência do governo de Marconi em duas áreas, principalmente: a segurança pública e a solidez fiscal.

A população goiana, principalmente das cidades metropolitanas, está cansada de ser refém da violência. A falta de investimentos em efetivo e estrutura para as polícias Civil e Militar, somado às péssimas condições dos presídios e do IML de Luziânia que atendem mais de 10 cidades, contribuem para a crise sem fim na área em Goiás.

Outro ranking que mostra a herança maldita de Eliton e Marconi é o que mede a solidez fiscal do Estado. Novamente, a queda foi vertiginosa (de 16º para 23º) e mostra as consequências do jeito Marconi de governar. Os salários atrasados dos servidores, o dinheiro da Celg sendo gasto com o “Goiás na Frente” são indícios nada animadores de que a situação financeira do Estado pode piorar ainda mais.

O sentimento é comum, o Entorno precisa de políticas permanentes. “O Entorno não quer favor, e nem promessas fantasiosas, mas dignidade, respeito e políticas públicas de caráter permanente para transformar a região”.

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Goiás – Politica publicado em 25 de setembro de 2017

 

Prefeito de Formosa e outras lideranças políticas mandam recado para Marconi e Eliton “O Entorno não quer esmola”.

O prefeito de Formosa, Ernesto Roller (PMDB), fez um discurso ácido em Cidade Ocidental no último sábado (23/09), durante um encontro de partidos da oposição, contra a política do governador Marconi Perillo (PSDB) de deixar as prefeituras na penúria para depois tentar angariar benefícios políticos com esmolas para os prefeitos.

Segundo o peemedebista, na semana passada o tucano esteve em Formosa para a assinatura de um convênio de R$ 5 milhões. No entanto, ele denunciou que desde fevereiro a cidade não recebe recursos para a saúde de Formosa, em um montante que já soma R$ 3 milhões.

Diferente da política amplamente anunciada pelo “Programa Goiás Agora”, o governador em conjunto do vice-governador “dissimula” pelo estado a preocupação do poder executivo estadual com a precariedade dos serviços públicos. No entanto e segundo boa parte dos prefeitos do estado trata se de muita propaganda e pouca ação.

“Vivemos muitas dificuldades no Entorno de Brasília. Esses dias fui receber o atual governador, que foi assinar convênio de repasse de recursos que estamos aguardando. Dói, machuca, fere ver uma festona daquela para assinar um papel como se estivesse fazendo favor para o Entorno. E saber que Estado deve para prefeitura mais de R$ 3 milhões só de repasse para a saúde”, denunciou.

Outro exemplo visível da ausência de gestão tucana no estado foi a recente divulgação pelo Centro de Liderança Pública, em parceria com a Tendências Consultoria, que apresentou o ranking de Competitividade dos Estados em 2017 com eminente registros de queda do Estado para a 13ª colocação, muito próximo de unidades como Roraima e Rio Grande do Norte.