Quando o governo de Goiás disser que não tem dinheiro para investir em segurança publica da região, abrir hospitais ou novas escolas, lembre-se deste número.

Desde o seu mandato em 2011 até a reeleição em 2014, o governo já gastou R$ 171 milhões em diárias de viagens em diferentes pastas da administração pública.

O valor exato: R$ 171.162.153, segundo dados do Portal da Transparência.

Entre as pastas que mais se utilizaram dos recursos este ano estão o Detran (R$ 1.817 milhões), a Secima (R 1.764.705), a Seduce (R$ 1.167.677) e a SES (3.126.611).

A vice-governadoria, que tem investido fortemente o dinheiro público a favor da candidatura de José Eliton (PSDB), já gastou R$ 95 mil desde o início do ano.

A farra com o dinheiro público foi denunciada esta semana. O senador Ronaldo Caiado (DEM) subiu à tribuna do Senado para dizer que vai contestar um decreto assinado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que aumenta de forma retroativa em 25% o valor da própria diária durante as viagens ao interior do Estado. 

O líder do PMDB na Assembleia, José Nelto, também criticou a Farra das Diárias. Nesta quarta-feira (23/08) ele esteve no Ministério Público de Goiás (MP-GO), onde entrou com uma representação pública contra o decreto, que ele chamou de “decreto dos marajás”.

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Política da gastança – publicado em 24 de agosto de 2017

 

 

Ostentação: Além dos milhões já torrados com diárias, governo de GO vai gastar mais R$ 183 mil com bebidas para o Palácio

O governador Marconi Perillo (PSDB) sempre reclama da crise econômica, mas na hora de abastecer a despensa do Palácio das Esmeraldas ela não serve como desculpa.

De acordo com a coluna Giro, do jornal O Popular, a Casa Militar prepara uma licitação para estocar bebidas não alcoólicas por um ano, o que vai custar R$ 183,3 mil.

Em tempos de arrocho salarial para servidores públicos estaduais e atrasos no repasse de verbas para OSs, é uma falta de respeito o governo gastar tanto para abastecer os jantares e coquetéis que atingem uma ínfima parcela da população.

Para piorar, a situação é recorrente. Em junho, a mesma coluna informou que seriam gastos R$ 471 mil para comprar itens como caviar e tâmara israelense.

Em novembro do ano passado, outra licitação chamou a atenção. Duas licitações publicadas no Diário Oficial mostraram o gasto absurdo de R$ 605 mil por ano para abastecer a despensa do Palácio com frutos do mar, queijos e frios.

Fonte : Goiás Real