A Saneago não parece preocupada com a gravidade da situação.

solução da companhia em alguns casos tem sido enviar caminhões-pipa para as localidades. A Secretaria de Meio Ambiente, por sua vez, se limitou a dizer que é “humanamente impossível cobrir todo o Estado”, referindo-se à fiscalização dos mananciais.

O projeto do consórcio da Caesb e Saneago que traria água potável de Corumbá VI e que já deveria estar pronto, sofreu atrasos por conta de irregularidade nas contas do Governo do Estado de Goiás, a obra já teve quatro reinaugurações com gastos de recursos públicos, mas ainda não conseguiu sair do papel.

Em setembro de 2016, as intervenções na parte goiana foram paralisadas após recomendação do Ministério Público Federal para suspender repasse de recursos do Ministério das Cidades durante investigação de supostos desvios de dinheiro.

Na parte do Distrito Federal, as intervenções continuaram nesse período.

 

MídiasSociais

 

Veja a programação 

 

 

    Matrículas Abertas 

 

 

 



Crise Hídrica – Goiás – publicado em 20 de outubro de 2017

 

Negligenciada pelo governo do estado, crise de abastecimento de água chega ao interior de Goiás.

A Saneago e o governo de Marconi Perillo (PSDB) esconderam a real gravidade da crise hídrica que antes era restrita a Goiânia. Segundo reportagem do jornal O Popular de hoje (20), mais 16 cidades do Estado sofrem com a escassez de recursos hídricos durante o mais quente período do ano.

No início de setembro, o baixo nível do Rio Meia Ponte, que abastece 58% da capital, além de cidades da região metropolitana como Trindade, Aparecida de Goiânia e Goianira, obrigou o governo a decretar situação de emergência por escassez hídrica na região.

Agora, segundo o Popular, foram identificadas mais 16 cidades que passam por situação parecida. A incompetência da Saneago e da Secretaria de Meio Ambiente, que não fiscaliza com rigor o uso da água, levou o problemas a todas as regiões do Estado, desde o Entorno do Distrito Federal (Planaltina e Formosa) até Piranhas, no extremo Oeste, quase divisa com o Mato Grosso.

Valparaiso, Luziânia, Novo Gama, e Cidade Ocidental também enfrentam baixíssimos níveis nos mananciais que abastecem as cidades, e vários bairros já sofrem a constante ausência de água nas torneiras. Há relato de moradores de bairros que dizem que a falta de água se arrasta há muitos dias e ninguém da Companhia saneadora dá uma resposta sobre o problema.