As “mortes a esclarecer”, bateu 1.908 em 2016, 28,5 óbitos por cada grupo de 100 mil moradores. Ainda que nem todas essas mortes tenham sido efetivamente ocasionadas por crime de homicídio doloso, o fato é que isso desacredita os números do Estado de Goiás e deixa dúvidas quanto a estatística apresentada pelo governo.

Na região Metropolitana abandonada e negligenciada pelo governo do estado, temos um precário Instituto Médico Legal em Luziânia que atende dez (10) cidades, delegacias de polícia que atendem, pasmem, em horário comercial e um assombroso sucateamento das unidades militares.    

Não é por menos, que segundo dados estatísticos do IPEA, das dez (10), cidades mais violentas do Brasil três (3), são do estado de Goiás e duas da região metropolitana (Novo Gama e Luziânia).

O governo Marconi não cansa de mascarar dados e desinformar a população.

Nos programas de marketing do governo cria-se a fantasia de um estado fictício e sem problemas mas na realidade a  população  não se sente segura.

MídiasSociais

 

Veja a programação 

 

 

    Matrículas Abertas 

 

 

 



 Segurança Pública – Goiás-  publicado em 08 de novembro de 2017

 

 

Goiás a um passo de se tornar o Estado mais violento do Brasil

 

Pelos números divulgados no último dia, 30, pelo 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Goiás caminha em ritmo acelerado para virar a unidade da federação mais violenta do país.

 

De acordo com o estudo, foram registrados 2.934 homicídios dolosos em Goiás no ano de 2016. A taxa por 100 mil habitantes ficou em 43,8, uma queda de 5,2% se comparada com o ano de 2015.

 

Como a estratégia do atual secretário é lançar luz sobre os números subestimados do ex-secretário José Eliton, é possível que ao somar as mortes "a esclarecer" Goiás passe de uma taxa próxima de 50 mortes por cada grupo de 100 mil habitantes para 72,3/100, o que jogaria a gestão Marconi Perillo na lanterna da segurança do país. Hoje é quinto.